SANGUE TIPO B

Posted in Uncategorized on 26 de janeiro de 2012 by Paula Pê

Pessoas com sangue tipo B são difíceis, diz a lenda oriental.

Eu sou tipo O, mas sou ariana, então podia ser sangue azul que eu ia continuar sendo o cão. Hoje um dos meus estrelos disse assim: eu não tenho amigas fáceis, todas são fortes e difíceis, se fossem boazinhas, tipo padrão, estariam todas comprometidas. Pode ser verdade, mas eu não estou nem aí para mulheres de vestido de florzinha…ainda pago um pau forte para as minhas calças rasgadas e fica o recado: se não me aguenta, não me carrega!

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TENSÃO SEXUAL

Posted in Uncategorized on 26 de janeiro de 2012 by Paula Pê

Ok, preciso me redimir a respeito dos dois últimos textos…na verdade não preciso me redimir com toda população leitora deste blog, porque aquilo era aquilo mesmo naquele momento, eu estava bem puta na verdade, e como boa ariana torta eu ligo o foda-se mesmo para a opinião alheia. Porém um fã importante (a humildade é um dom que eu não possuo, sorry) me deu um esculacho tão feroz que fui obrigada a avaliar algumas coisas numa proporção mais ampla. “Achei que ia falar da gente pô!!”. O carinha ficou puto.

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COUGAR

Posted in Uncategorized on 15 de dezembro de 2011 by Paula Pê

Cougar: Mulher mais velha, sensual, que atrai homens mais jovens…

Na antiguidade (leia-se uns 10 anos atrás) cougars eram tiazinhas ricas que se deixavam levar pelo papinho melequento dos garotões vagabundinhos. Sorte que o tempo voa e hoje cougar é a danada da Demi Moore, linda de chorar sentado, bem sucedida, cheia de filhos, casada com um candango tudo de bom na vida do planteta mil anos mais novo. Ok, ela levou um par de chifres, mas quem nunca?? A questão é: que graça tem pegar garotinho?? Ou melhor: que graça tem pegar uma mulher que já é mulheeeer??

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AMIZADE COLORIDA

Posted in Uncategorized on 13 de dezembro de 2011 by Paula Pê

Odeio, pronto falei.

Odeio, acho um saco, acho sem propósito e acho inclusive que é uma prática machista que beneficia só os homens.

Tá tá tá, beneficia algumas mulheres sem muito caráter também, concordo…

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O POSTE

Posted in Uncategorized on 14 de junho de 2011 by Paula Pê

“Para curar um amor platônico, somente uma trepada homérica”

Googuei pra ver se achava o dono dessa frase (para parafrasear direito) mas fiquei confusa…dizem que é frase de carnaval (óbvio)…dizem que é de um tal de Eduardo Kac que estudou na PUC (não sei que curso)…pode ser do porteiro, do carteiro, do marombeiro, do surfista, do misógino, do putanheiro, do bagaceiro, do apaixonado, do romântico, do solteiro ou do casado…it doesn´t matter. O fato é que essa frase tá na boca do povo (não exatamente na boca, mas ela sempre faz parte)…não se ouve muito mas se pratica que é uma beleza!!

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O RETORNO

Posted in Uncategorized on 9 de junho de 2011 by Paula Pê

I´m back in the game people

À quem “me lia”,  peço perdão…à quem me pediu pra voltar a escrever, agradeço de coração…

Mudei de cidade pra mudar de vida…e adivinhem? Não mudou muita coisa, mas muita coisa mudou…sacaram?

Como nunca tinha saído de baixo da asa de alguém (marido, namorado, pão com ovo, pais, irmãos, amigos) aprendi a ser sozinha…tive que aprender. E posso falar? Coisa abençoada essa tal de solidão! depois de 37 primaveras (é minha gente, lá se foi mais uma) tive mais uma lição…na verdade várias, como saber conviver com a saudade de quem se ama (estrelas, estrelos, pais e irmãos), como ter que chorar sozinha mesmo, que se foda, como ter que ir ao PS sozinha com crise de enxaqueca, essas coisas…mas vamos falar do que interessa né, do que eu sei falar, ou tento, ou falo mesmo sem saber: amor, desamor, sexo, seca…essas coisas.

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DEVANEIOS

Posted in Uncategorized on 24 de novembro de 2010 by Paula Pê

 

Penso, logo existo…

Penso, logo não durmo…

Penso, logo me afundo em devaneios…

Queria saber meditar e dar um tempo pro cerebelo. Branco, nada, zero pensamentos…Mas não consigo, ando sempre ligadona, formiga atômica.

Ultimamente tenho perdido um tempo precioso pensando merda, sentindo falta, me arrependendo.

Ultimamente tenho ouvido muitas vezes a palavra desesperançada…Não falo, mas ouço. Não falo, mas penso. Não falo, mas sinto.

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